Cãozinho aprende a levar tutor com Alzheimer para casa todos os dias

O Sr. Mariano, 75 anos, foi diagnosticado com o mal de Alzheimer em 2012. Todos os dias, seu cachorro Lass lhe auxilia a encontrar o caminho de volta para casa após uma ida à padaria ou ao parque.

Cada vez mais é comum ver o uso de cães-guia entre idosos, que fornecem assistência, carinho e amor de sobra pra dar.

Alguns filhotes de cachorro são treinados desde a mais tenra idade para a tarefa. Não é o caso de Lass, que aprendeu a cuidar do tutor recentemente.

Há sete anos, Mariano foi diagnosticado com Alzheimer e, a partir desse momento, sua vida mudou radicalmente. Ele era um homem profissionalmente ativo e acelerado. No entanto, a doença levou boa parte disso. Felizmente, Lass sempre esteve presente e foi capaz de auxiliá-lo em seus dias mais sombrios.

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Compassivos e companheiros para todas as horas, os cães podem ser terapêuticos e antidepressivos. Lass foi fundamental para alegrar seu dono enquanto os primeiros sintomas da doença começavam a surgir.

Mariano passava as tardes no sofá, sem muitas atividades compatíveis com a doença, porque não podia nem dar um passeio sem ficar desorientado. Felizmente, Lass mudou tudo isso. Agora eles caminham juntos, com alegria e amor e, sem muito esforço, ele retomou um pouco da independência que o Alzheimer havia lhe tirado.

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Embora Lass não tenha sido criado para ser um cão-guia, um breve curso de treinamento ativou uma impressionante capacidade de ajuda. Agora, toda vez que sai com Mariano, ele sabe como agir se o seu tutor ficar desorientado. Além disso, o cachorro consegue retornar para casa sem ajuda de terceiros.

 

Os passeios têm se tornado cada vez menos frequentes, pois a doença tem avançado aos poucos. No entanto, para cada caminhada à padaria ou ao parque, Lass está sempre lá, presente, para ajudar seu tutor com amor e alegria.

fonte: razoes para acreditar